segunda-feira, 30 de março de 2009

O brasileiro não sabe falar português?


Sete tópicos para o melhor esclarecimento do assunto em questão.
São eles:
1-Complexo de inferioridade do povo brasileiro.

2-Autores e escritores que incendeiam a questão com textos e matérias preconceituosas.

3-Mito busca explicação na questão das raças.

4-Índice per capita levado em consideração.

5-Regras gramaticais voltadas para Portugal.

6-Autores que tentam profetizar o fim do português brasileiro.

7-Professores de línguas estrangeiras que acusam brasileiros de serem ignorantes.

Vamos então começar a falar sobre esse trabalho por aqui.

-Tópico 1:
Complexo de inferioridade do povo brasileiro.

O povo brasileiro tem em si próprio um sentimento de fraqueza, uma espécie de falta de orgulho próprio, ou mesmo de sentimento nacionalista ou um mero orgulho.
Se esse mito é tão fortemente imposto uma das suas causas é o grande sentimento de inferioridade como um fardo de grande peso para o brasileiro perante Portugal, que foi colônia de nosso país. Parece que ainda somos interligados de uma forma ou de outra a nossa “mãe” (não é a toa que por coincidência ou não a vida no litoral é melhor e mais procurada de que a vida no interior do país, parecendo que estamos olhando sempre como uma criança desprotegida para nossa mãe) ainda nos dias de hoje em pleno século XXI.
Esses sentimentos tem até uma certa explicação, como: somos um país mais novo, menos civilizados, e por sermos maiores em quantidade de habitantes e territorial (noventa e duas vezes maior) nos sentimos desordenados e como quem procura alguém para manter ordem se espelhando em tal.
O português brasileiro (termo em homenagem à terrinha) é apenas falado de uma forma diferenciada, por possuirmos muitas culturas dentro do mesmo território, o que por sinal não é diferente para nossa “metrópole”; afinal mesmo em um país geograficamente bem menor que o nosso, indivíduos do sul e indivíduos do norte falam com sotaques e jeitos diferentes.
Desde pequeno, quando criança, o brasileiro está acostumado a falar de uma certa forma como ouviu, e chega em uma instituição de ensino e aprende de outra forma.








-Tópico 2:
Autores e escritores que incendeiam a questão com matérias e textos.

Autores de novelas, obras de arte, e etc. Além dos escritores de livros e artigos para jornal ou para um meio de veiculação que a população em grande ou pequeno número possam ter acesso tem grande culpa nesse mito.
Eles de uma forma ou de outra incendeiam a questão e a discussão sobre o tema tão polêmico quando publicam trechos em livros, revistas ou jornais apoiando a idéia de que o brasileiro é um povo ignorante e que realmente não sabe falar o “verdadeiro” português, isso segundo a tão polêmica “norma culta”.
O que é de estrondoso espanto é o fato de que são pessoas extremamente cultas, letradas, e o pior muito famosas, ou seja, tem uma influência muito grande sobre quem vê, lê ou ouve, isso porque a pessoa que recebe a mensagem mandada por eles tende a acreditar fortemente na tese e idéias que nos inferiorizam.
Autores estes como: Sérgio Nogueira Duarte, com um trecho do seu livro publicado no Jornal do Brasil (JB), em que dizia ao ser perguntado por todos onde é falado o melhor português, e o mesmo alega que seria somente em Portugal, uma vasta visão equivocada por parte do escritor. Outro que contribui e muito para nossa discussão foi o que André Stumpf escreveu sobre o tema, em que fala que os nossos irmãos do “além mar” falam bem melhores que nós o idioma deixando obvio e claro que mais uma vez seriamos os únicos errados da história e do falar.
Com declarações como estas caindo na mídia e diversos meios de comunicações temos de lutar com muita vontade contra, pois senão apenas deixaremos a maré nos levar e seremos sempre as vítimas.



-Tópico 3:
Explicação na questão das raças.

O mito é tão discutido que até a questão das raças é tido como uma das razões.
A miscigenação segundo muitos seria um dos grandes motivos para que o brasileiro fosse acusado de não saber falar a língua portuguesa direito, ou seja, seria por causa da mistura do povo de raça branca e pura européia com os negros escravos trazidos do continente africano na época da colonização e com os indígenas que aqui habitavam em largos números aqui no nosso atual território.
O Brasil seria um país subdesenvolvido por causa de uma mistura de raças dada como negativas e catastróficas , o que é uma inverdade, afinal uma coisa não liga a outra, e a própria história aliada com a ciência mostra que desde os primórdios da história do homem está comprovado por fatos e mais fatos que nunca houve a raça pura, já que os primeiros cidadãos da Terra, segundo a bíblia Adão e Eva eram um de pele branca e outro de pele de coloração mais escura, e se somos todos filhos e descendentes dos mesmos logo somos uma mistura de raças.
O que pode ter ocorrido para alguns pensarem que existem raças puras não somente no Brasil, mas também pelo mundo, é o fato de os povos se manterem “parecidos” assim como na Inglaterra e Alemanha que são todos muito brancos porque são países frios e apele não fica exposta a luz solar diretamente, só em pouquíssimos casos. No continente africano as pessoas tem a sua pele com a coloração negra ou de tom bastante escuro devido ao clima assim como no Brasil e nos países como Arábia, Iraque e Paquistão,em que há sol com maior intensidade e o clima é bastante quente.
Enfim, se uma raça não é pura, como todas não são, não existe língua pura, assim como querem desde muito tempo implantar como realidade.



-Tópico 4:
Índice per capita levado em consideração.


O índice per capita é outro fator a ser levado em consideração quando discutimos sobre o tema.
A renda do povo brasileiro sempre foi conhecida por ser baixa, sempre com dificuldades atreladas ao cotidiano.
O brasileiro é acusado de não saber falar português corretamente também por não ter um índice per capita que lhe dê o direito de termais que dois livros bons por ano, o que na França por exemplo como cita o autor, os habitantes tem acesso e condição de ler e comprar muitos livros, muito mais que os brasileiros por ano, eles tem um amor maior a leitura de que o nosso povo.
Dizer que o povo francês é muito mais culto que o povo brasileiro é de muita ignorância, isso porque o Brasil é um país em desenvolvimento e a França já é desenvolvida, além de que é mais fácil controlar um país pequeno e fazer riqueza, já um país como o Brasil fica difícil controlar e fazer distribuição, logo se não há renda para comprar nem comida muitas vezes, que dirá livros, tidos como objetos e artigos de luxo secundários.
O maior fator de todos também é de o Brasil ser noventa e duas vezes maior que a França, e muitas pessoas são analfabetas em nosso território, enquanto lá é caso raríssimo.
O Brasil tem cerca de mais de oito vezes a população da francesa, ou seja, é muito mais fácil possuirmos vastos números de analfabetos e carências escolares, ao contrário de um país de população bem reduzida perante nosso território, além é claro das questões do mau ensino e greves presentes em escolas e faculdades ao longo do país.



-Tópico 5:
Regras gramaticais voltadas para Português de Portugal

O brasileiro agora em mais um caso desse mito bastante polêmico pode ser defendido levando se em conta que as regras gramaticais são voltadas para o português de Portugal.
O brasileiro desde a época quando o sujeito aprende a ler e escrever começa a viver um conflito duríssimo para a pessoa: as normas cultas de um idioma que nem é falado em cem por cento no Brasil e sim em outro país, contra o que o indivíduo está acostumado a ouvir falar em casa, na rua, ou na comunidade em que ele vive.
Regras que não levam em consideração que vivemos em um país que tem diferenças no falar das próprias cidades, e que implantam um sistema lusitano de aprender, não é um sistema total, porém grande parte sim é constituído com base no sistema educacional e vocabular da terrinha.
Certa vez como conta o nosso livro, um aluno na época de vestibular é obrigado a ler notícias falsas e hipócritas em jornais e meios de comunicação; regras essas que não condizem com o nosso cotidiano e nem com a nossa própria norma culta, mesmo seguindo os padrões de Portugal. Não usar o verbo flexionado no gerúndio é uma das dicas, mas fica a pergunta: dica? Que espécie de dica é essa? Dica essa que não é nem usada ao pé da letra nem mesmo pelo portugueses; está certo que os mesmos ao invés de falarem por exemplo: estou fazendo o trabalho da professora Ariadne, falam: estou a fazer o trabalho da professora Ariadne, mas como próprios cidadãos lusitanos como a cantora Amália Rodrigues no filme “Fado de ciúme”solta um trecho assim: “Antes prefiro morrer/ do que contigo viver/ sabendo que gostas dela”, ou seja, ela soltou o tão “pobre” gerúndio.
Além de muitas outras formas ensinadas erradas como o tu e você e assim por diante.



-Tópico 6:
Autores e escritores que tentam profetizar o fim da língua.

Como se não bastasse o imenso preconceito de todos em torno do falar dos brasileiros no que diz respeito à língua portuguesa, eis que um novo ponto surge para apimentar o tema, o dos “profetas”.
Muitos autores e escritores querem bancar a fama de “profeta” e querer adivinhar o futuro dizendo que a língua está em largo processo de morte ou já praticamente dada como morta, mas isso desde muito tempo esses “sábios ingênuos” querem profetizar, ou tem algum motivo em especial para torcer para esse fato acontecer.
Deve haver algum motivo econômico para pessoas desse nível de querer dar tanta moral para Portugal; talvez seja o motivo de vender seus livros de gramática atual, que como o próprio Marcos Bagno diz em um trecho do livro”preconceitos lingüísticos” , em que os mesmos querem vender seus livros e produtos, e o povo compra cada vez mais e de nada adianta, porque mesmo com novas regras, e novos argumentos, infelizmente sempre o mesmo erro é cometido: a regra voltada para Portugal, ou seja, a pessoa compra o livro e acha que vai aprender com aquilo que diz o material que o cidadão comprou, pura enganação.
Mas uma coisa bate de frente com essa preconceituosa visão e tese: a cultura brasileira faz com que o português brasileiro não morra nem perca o prestígio, pelo contrário, através da MPB, outros estilos de música, cinema, e outras formas de artes fazem com que a infelicidade pela “adivinhação” seja plena.



-Tópico 7:
Professores de línguas estrangeiras que acusam brasileiros de serem ignorantes.


Segundo muitos professores de línguas estrangeiras, o povo brasileiro é ignorante e não sabe ao menos falar o seu idioma que tem de ser falado, que dirá falar a língua dos outros países como inglês, espanhol, francês, alemão, etc.
O que é engraçado e de grande praticidade é acusar problemas e concordar com o que uma maior autonomia ou maioria diz, porém o que é difícil de árduo é assumir os próprios erros e dificuldades e tentar mudar para chegar a uma quase perfeição; a acomodação é muito mais fácil.
Já que o preconceito é não sermos iguais em termos lingüísticos como a nossa “metrópole”, então vamos analisar um exemplo acima de nós mesmos, além de ser sempre um exemplo para o mundo, a relação de colônia-metrópole dos Estados Unidos e da Inglaterra.
Inglaterra colonizava assim como Portugal colonizava o Brasil, os Estados Unidos. Pois bem, os Estado Unidos se tornaram independentes e hoje são a maior potência do mundo. Ao longo do tempo os Estados Unidos foi ganhando não só mais poder e status que a Inglaterra como mais conhecimento e cultura expandida pelo mundo, e logo o seu inglês foi considerado o inglês universal e a língua universal também.
Logo não estou falando que nossa língua, o português brasileiro seja a língua universal, e sim que peguemos o caso dito e analisemos. O Brasil é um país maior em território, potência e cultura que Portugal, porque não começar a fazer as mudanças?
E por fim se falam para nós analisarmos ao pé da letra e falarmos conforme as palavras escritas, então mais uma vez tomemos como exemplo países estrangeiros, no francês e inglês quase nenhuma palavra é falada ao pé da letra.

sábado, 28 de março de 2009

Tatuagem ao longo do tempo


A tatuagem, um desenho na pele para sempre feito por uma agulha profissional e tinta, logicamente cicatrizantes depois, é algo que vem chamando e muito a atenção de todos ao longo da história em todo o mundo.
Tatuagem ou dermopigmentação é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidos e cultivado em todo o mundo nos dias de hoje, e já tem um tempo isso.
Trata-se de um desenho permanente feito na pele humana que, tecnicamente, é uma aplicação subcutânea obtida através da introdução de pigmentos por agulhas, um procedimento que durante muitos séculos foi completamente irreversível (embora dependendo do caso, mesmo as técnicas de remoção atuais possam deixar cicatrizes e variações de cor sobre a pele).
Tem se a ideia de que a tatuagem foi uma cultura/ arte criada pelos egípcios entre 4000 a 2000 A.C (antes de Cristo, porém outras fontes e pesquisas por diversos métodos afirmam que foram nativos das Filipinas, Polinésia, Indonésia e Nova Zelândia; isso em função não a moda, estética ou idolotria à uma imagem, e sim rituais de grande prática ligados à religião local. Por ser um ritual religioso local, logo,um tempo mais tarde a poderosa igreja católica por volta de 787 D.C. (depois de Cristo) entra no meio da história com seu dedinho poderoso e acusa a prática das tatuagens de ser uma atitude demoníaca assim procedendo com a intenção de ocultar antigas culturas e costumes,introduzindo a sua doutrina de uma forma quase ditatorial. Qualquer cicatriz, má formação ou desenho na pele não era visto com bons olhos.
O termo tem dois nomes: tatuagem e dermopigmentação, porém o primeiro nome ao termo é o mais popular e comum. Tatuagem tem origem no idioma taitiano como a palavra "tatau". Em inglês Tattoo, em francês tatouage.
A palavra aplicada hoje em estúdios e comercialmente é tattoo, mas essa palavra quem descobriu e enfatizou foi o capitão James Cook, que por sinal também descobriu a praticado surf, escrevendo m um de seus diários a palavra "tatow", dai em diante a palavra tattoo entrou no cotidiano até os dias de hoje.
Em 1879 além de já ter sido considerada como dito antes como prática demoníaca,agora ganha mais uma conotação de parte negativa em seu processo ao longo dos anos na história; agora o governo da Inglaterra adotou a tatuagem como prática dos criminosos e outros fora da lei, ganhando conotação negativa por todo o mundo e sujando mais o nome da prática.
A tatuagem nos primórdios e por um bom tempo era feita a base de uma agulha que cortava e outra que colocava tinta, porém no ano de 1891, Samuel O’Reilly usa um aparelho usado para marcar couro, só que com algumas modificações, como compartimento nele de tinta para ser aplicado nas peles das pessoas que fossem ter uma tatuagem.
A tatuagem ganhou mais popularização com a segunda guerra mundial, em que soldados americanos e europeus tatuavam o nome de pessoas amadas nas suas peles, provando seu amor total caso morressem ou caso voltassem vivos para suas terras.
Essa tatuagem depois da segunda guerra mundial e aliada a tecnologia para época foi vista menos criminalizada, porém não aceita por grande parte da sociedade preconceituosa por uma questão de estética e seja lá o que fosse. Ganhou o nome de tatuagem elétrica.
No Brasil a tatuagem veio atráves de um marinheiro dinamarquês, Knud Harld Likke Gregersen, que veio para a cidade de Santos em São Paulo nos anos de 1960, abrindo uma loja/ estúdio na época na cidade após sua vinda. Por uma conhecidência do destino a tatuagem já era algo conhecido com uma forma ruim, agora como se não bastasse a loja/ estúdio foi criada em arredores de boemia e prostituição. A localização da loja era zona de intensa circulação de imigrantes embarcados, muitas vezes bêbados, arruaceiros e envolvidos com drogas e prostitutas; gerando um estigma de arte marginal que perdurou por décadas.
Nos dias de hoje graças a popularização e até a globalização não só no Brasil como mundo as informações são bem passadas e a fama de arte do diabo ou marginal caiu quase como cem por cento e é vista como uma bonita arte e questão de moda até.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Furacão faz 85 anos


O Clube Atlético Paranaense é um clube de futebol brasileiro de Curitiba, Estado do Paraná.
Foi fundado em 26 de março de 1924 a partir da fusão do Internacional Futebol Clube e do América Futebol Clube.
Conhecido como Furacão, é o Campeão Brasileiro de 2001 e vice da Copa Libertadores da América de 2005, além de possuir uma Seletiva da Taça Libertadores da América de 1999. O Atlético é o dono do estádio Arena da Baixada, oficialmente Estádio Joaquim Américo, considerado um dos mais modernos da América Latina, além também de possuir o CT do Caju, um dos mais modernos Centros de Treinamento do Mundo.

CRÉDITOS: WIKIPEDIA

Galo faz 101 anos


O Clube Atlético Mineiro é um clube brasileiro de futebol, mais conhecido apenas por Atlético, ou até por Atlético Mineiro, que tem sede na cidade de Belo Horizonte, estado de Minas Gerais. Foi batizado em 1908 e detém o maior índice de público do estado de Minas Gerais através da fanática torcida, mais conhecida como a "Massa Atleticana".
Tem como uma das conquistas importantes o primeiro Campeonato Brasileiro, disputado em 1971.
O Atlético Mineiro foi fundado em 25 de março de 1908, em que um grupo de estudantes trocou as aulas daquela quarta-feira por uma reunião no coreto do Parque Municipal, em Belo Horizonte. Participaram do Célebre encontro no coreto: Margival Mendes Leal, Sinval Moreira, Mário Neves, Raul e Hugo Fracolli, Mário Lott, Carlos Maciel, Eurico Catão, João Barbosa Sobrinho, Aleixanor Alves Pereira, Antunes Filho, Mário Toledo, José Soares Alves, , Augusto Soares, Humberto Moreira, Júlio Menezes Melo e Benjamim Moss Filho. Os outros 3 que não compareceram, mas que desde o início apoiaram a idéia são: Francisco Monteiro, Jorge Dias Pena e Mauro Brochado. A partir daquela reunião, nascia, então o Athlético Mineiro Football Club, que em 1913 sofreria uma mudança de grafia e passaria a se chamar Clube Atlético Mineiro.

CRÉDITOS: WIKIPEDIA

15 anos sem dona Clotilde




Hoje faz 15 anos que estamos sem a atriz Angelines Fernández Abad, natural da Espanha, mas radicada no México.
Angelines ficou famosa por sua personagem no seriado de televisão mexicano, "Chaves",como dona Clotilde, ou bruxa do 71, por morar no número 71 da vila e por ser apelidada pelas crianças da vila como bruxa.
Dona Clotilde tinha uma paixonite por seu Madruga (Ramon Valdéz), infelizmente também falecido, porém eternizado, assim como a bruxa do 71 em nossas mentes e corações.
Dona Clotilde era tido como feiticeira e defazer magias com obejtos que sumiam por acaso ou eventos que ocorriam nos arredores ou interiores da vila.
Angelines também fez alguns papéis no seriado "Chapolin", com os mesmos personagens também da emissora de televisão mexicana Televisa, tendo o SBT como parceiro no Brasil.
Faleceu no dia de 25 de março de 1994, aos 71 anos de idade, vítima de câncer de pulmão. Angelines foi a terceira do elenco do Chaves a morrer, depois de Ramón Valdéz, que interpretava o personagem Seu Madruga e Raúl Padilla, que interpretava o personagem Jaiminho, o carteiro.
Poucos sabem, mas Angelines era considerada uma das mulheres mais bonitas do México. Dublada no Brasil pela recentemente falecida Helena Samara.
Infelizmente desejamos mais uma vez assim como desejamos para quem admiramos muito um descanso em paz e feliz.

Titanic do século XXI


O eternizado romântico/dramático filme Titanic anteriormente conhecido por sua dramaticidade envolvente, vencedor de oscar, e com o casal Rosem (Kate Winslet) e Jack (Leonardo de Caprio), agora está de volta as telonas do cinema.
Titanic porém não está de volta a toa, pelo contrário, quer vir como um filme digno dos dias de hoje, ou seja, digno do cinema Hollywoodiano do século XXI, colocando até o inovador 3d (terceira dimensão), que por sinal seria uma estratégia no mínimo arrojada.
O público ao menos pode ter certeza que a trama do drama romântico será a mesma, porém com as tecnologias dos dias de hoje e não dos anos 1990´s como diz o diretor do filme James Cameron.
A tecnologia 3D digital, que conquista cada vez mais espaço em Hollywood, traz óculos especiais mais modernos e imagens captadas diretamente em três dimensões. O resultado é uma maior nitidez, fidelidade às cores e menor chance de causar enjôo nos espectadores, como acontecia com o antigo sistema 3D.

O big mac de cada dia


O rapper Pharrell Willians, famoso por suas músicas fortes e dançantes, além da união musical com outro cantores do gênero musical ou não, como Madonna e o outro rapper Snoop Dogg, este que por sinal foi o rapper que fez com que Pharrel desse um salto imenso em sua carreira quando gravaram no Brasil o clip "Beautiful".
Pharrel Wiliams foi pego e filmado por um transeunte dançando e fazendo um pequeno show em troca de um lanche, mais especificamente um sanduíche big mac da rede de fast food Mcdonalds do aeroporto Charles de Gaulle, de Paris.
O vídeo gravado e jogado no Youtube foi divulgado na televisão francesa pela emissora de televisão TF1.
O vídeo tem o nome de "A dança do big mac".
Pharrell Williams estava no aeroporto em uma pausa da escala vindo da Malásia com destino aos Estados Unidos.
A dança e a canção protagonizada pelo cantor foi de uma "estranheza" tão grande que os funcionários ao invés de o atenderem, simplesmente assustaram se e assim como alguns clientes chamaram a segurança.
Fãs do cantor tem opiniões diferentes perante o fato, enquanto alguns alegam que o cantor foi maltratado, outros dizem que o rapper tem tanta fama e glamour que merecia o restaurante só para ele e a ação não foi bem entendida, ironicamente ou não.

Macacão azul é vendido por mais de US$200 mil


Elvis Presley continua a geral grana mesmo após muito tempo de morto. O eterno rei do rock and roll dessa vez conseguiu em um dia gerar mais de US$ 200 mil.
O fato ocorrido foi em um leilão feito pela internet, e incluia dentre as peças para o leilão, uma peça de Elvis Presley, o seu macacão azul, usado em um show feito pelo roqueiro no Madison Square Garden, em Nova York, Estados Unidos.
O leilão, como todo tem que ser começam com lances absurdamente mínimos, mesmo levando se em conta a qualidade do produto ou o valor sentimental, como no caso; o leilão começou com o valor de US$ 10, chegou a US$ 200 mil, mas quando todos menos esperavam e já davam o lance de perto de US$ 200 mil como o vencedor, Anthony Sebastinas deu o lance mais alto de todos: US$ 212.588, e fatalmente levou a peça. Anthony é fã incondicional do cantor e essa peça com certeza vai lhe significar muito e ser eternamente guardada por suas gerações que também tem em Elvis Presley o maior e grande ídolo.
O macacão comprado é em maior parte azul, mas conta com parte de trás dourada e detalhes na frente e na manga dourada também.
Além dessa peça, outras peças e objetos do rei do Rock and roll foram leiloadas e são cogitadas, dentre elas o piano branco, seus sapatos brancos e até capas de discos.